quarta-feira, 21 de novembro de 2012
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Palestra - Lucília Panisset: Atualização em Neurociências e Educação - 2ª PARTE
No dia 27 de outubro de 2012, de 9h00 às 12h00, realizou-se no
Colégio Instituto Itapoã a “Palestra de Atualização em
Neurociências e Educação”, com a professora e doutora Lucília
Panisset.
A palestra foi oferecida pela direção da escola aos professores,
funcionários e pais a fim de orientá-los quanto às dificuldades e
transtornos que as crianças podem apresentar no ambiente escolar,
considerando que os julgamentos que fazemos às atitudes que elas
têm, podem ser resultantes de transtornos ou de dificuldades de
aprendizagem.
Muito
do que estudamos no curso de Pedagogia foi abordado nessa palestra, mais ainda a
nossa responsabilidade e compromisso do que se espera do novo - e
comprometido - professor em sala de aula.
Nessa 2ª Parte da palestra, Lucília Panisset se refere a alunos que apresentam distúrbios de aprendizagem ou transtornos cerebrais. Muitas vezes, são julgados como preguiçosos, levados, desobedientes, mas há exceções - e não são poucas.
Como foi dito, na 1ª parte, um aluno que fecha o olho ou não fica
atento durante a explicação, pode ser uma crise epilética. Não é que ele está
‘viajando na maionese’.
Cabe ao professor, portanto, observar seus alunos e ACREDITAR. Acreditar que o aluno pode ter dificuldade ou um transtorno. E acreditar, principalmente, que este mesmo aluno poderá desenvolver habilidades e competências, e muito bem, se tiver compreensão dos envolvidos, acompanhamento e orientação adequados.
Prova disso? A competente palestrante, professora e doutora - Lucília Panisset - tem TDAH.
2ª PARTE
Segundo a palestrante, com o avanço tecnológico de nossos dias, com destaque ao apoio da
técnica de ressonância magnética funcional, as conquistas dos
últimos dez anos têm trazido respostas significativas sobre os
distúrbios ou transtornos de aprendizagem.
No que se refere aos
distúrbios e transtornos, mais que uma proposta escolar, a inclusão
deve ser uma proposta social. Como a roupa tamanho único, ensino
tamanho único também não serve para todos.
Princípio norteador: reconhecer as potencialidades e identificar o
que os alunos SABEM e PODEM FAZER, para – posteriormente –
verificar quais são os seus limites.
O aluno que tem transtornos de comportamento, como a TDAH (Transtorno
de Déficit de Atenção e Hiperatividade) apresenta uma
disfunção frontal, falha na atenção seletiva, na entrada do
estímulo. Não é falta de atenção, ele tem atenção variada,
não consegue focar.
Considerando o slide abaixo, você considera fator positivo um aluno ter um cérebro tão acelerado e ter que focar sua atenção APENAS no que o professor está falando?
Considerando o slide abaixo, você considera fator positivo um aluno ter um cérebro tão acelerado e ter que focar sua atenção APENAS no que o professor está falando?
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| Slide utilizado por Lucília Panisset, comparando os movimentos cerebrais de um aluno com TDAH a um furacão |
O distúrbio de linguagem (como a dislexia) é uma disfunção que
atinge a região parietal do cérebro. O aluno não consegue focar a
atenção durante muito tempo. Ou seja, terá dificuldade para ler –
e entender - uma folha inteira.
Michael Phelps, recordista olímpico de natação, durante uma
entrevista revelou que na escola sempre lhe disseram que nunca
seria bem sucedido na vida. Mais de 50% dos empregados da NASA são
disléxicos (motivo: tem altas habilidades para a solução de
problemas, excelente consciência espacial e de 3D).
O disléxico tem mais desenvolvida a área específica de seu
hemisfério cerebral lateral-direito do que leitores normais.
Condição que, segundo estudiosos, justificaria seus "dons"
como expressão significativa desse potencial, que está relacionado
à sensibilidade, artes, atletismo, mecânica, visualização em 3
dimensões, criatividade na solução de problemas e habilidades
intuitivas.
Às vezes, pode ser que os problemas não estejam na região frontal
nem na parietal, mas sim, na região occipital, identificada como
Síndrome de Irlen, ocorrendo implicações na leitura, escrita,
compreensão e comportamento.
Por meio de slides, Lucília Panisset apresentou algumas estratégias que podem ser utilizadas na escola e dentro da sala de aula:
“Cada pessoa deve ser compreendida como um milagre
suficiente
para não ter que ser comparada com ninguém,
a não ser consigo mesma.”
para não ter que ser comparada com ninguém,
a não ser consigo mesma.”
Roberto Crema
Essa palestra nos permitiu compreender que grande parte dos alunos
não aprende porque não quer, mas porque não consegue, seja por
fatores ambientais, emocionais ou causados por disfunções
cerebrais. Que os alunos sofrem com isso e que o bom professor
deve buscar conhecimento para entender onde está o problema.
O valor da qualidade de vida do aluno deve ser maior do que o valor dado às notas ou ao boletim.
O valor da qualidade de vida do aluno deve ser maior do que o valor dado às notas ou ao boletim.
Fonte:
http://www.youtube.com/watch?v=e-yPySPF5zY
http://educacao.uol.com.br/planos-aula/fundamental/ciencias-nosso-cerebro-e-os-cinco-sentidos.jhtm
Palestra - Lucília Panisset: Atualização em Neurociências e Educação - 1ª Parte
No dia 27 de outubro de 2012, de 9h00 às 12h00, realizou-se no
Colégio Instituto Itapoã a “Palestra de Atualização em
Neurociências e Educação”, com a professora e doutora Lucília
Panisset.
A palestra foi oferecida pela direção da escola aos professores, funcionários e pais a fim de orientá-los quanto às dificuldades e transtornos que as crianças podem ter ou apresentar no ambiente escolar, considerando que os julgamentos que fazemos às atitudes que elas têm, podem ser resultantes de transtornos ou de dificuldades de aprendizagem.
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| Slide da Palestra de Atualização em Neurociências e Educação |
A palestra foi oferecida pela direção da escola aos professores, funcionários e pais a fim de orientá-los quanto às dificuldades e transtornos que as crianças podem ter ou apresentar no ambiente escolar, considerando que os julgamentos que fazemos às atitudes que elas têm, podem ser resultantes de transtornos ou de dificuldades de aprendizagem.
Ser professor é entender como é o processo da aprendizagem, é
deixar de dar aula para o aluno e dar aula com o aluno, ajudando-o a
encontrar estratégias que estimulem e incentivem a sua aprendizagem.
É ser feliz para fazê-lo feliz, pois sem emoção ninguém aprende.
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1ª PARTE
De início, Lucília chamou a atenção para o texto da LDBEN (Leis de Diretrizes
e Bases da Educação Nacional) em que as palavras cuidar, acolher,
ajudar, orientar, entre outras, são frequentes e precisam ser
colocadas em prática no ambiente educacional.
Em tempos antigos, por exemplo, se um aluno perguntasse: “Professor,
o que é diálise?” a resposta seria: “Estamos estudando sobre o
aparelho respiratório. O que você está querendo saber será
estudado no próximo capítulo.”
Nos tempos atuais, porém, sabemos que o professor deve valorizar a
pergunta do aluno. A dúvida que ele tem, naquele momento, é que tem
importância para ele. O professor deve aproveitar as oportunidades
que surgem para ajudá-lo a construir o conhecimento. Ser um
profissional principalmente da escuta e não somente da fala (que é
o fonoaudiólogo).
A palestrante apontou também as mudanças ocorridas no mundo e na
educação. Manchetes de jornal como “Comer um pouco de chocolate
todo dia ajuda a emagrecer” ou “Pipoca é mais saudável do que
frutas e vegetais” foram apresentadas, comprovando a mudança de
paradigmas.
A Xuxa ficou morena; Lady Gaga substituiu algumas louras famosas;
disquete foi substituído por CD e posteriormente por PenDrive,
Iphone, etc. O futebol que era jogado em campo de terra, hoje em dia
foi substituído por vídeo-games, e os ‘jogadores’ ficam
sentados no sofá.
Enquanto o aluno está na idade da MÍDIA, a escola está na idade
MÉDIA. O professor não deve transparecer dificuldade, resistência
ou desconhecimento no que se refere à tecnologia, pois perderá
credibilidade perante os alunos.
Os alunos de hoje provam sua competência sendo ambidestros enquanto
operam um Iphone, por exemplo, mas erram nos ditados dados na sala de
aula. Deve-se ter a consciência de que a fala é natural. A leitura
e a escrita são artificiais. Dominá-los, portanto, não é tarefa
fácil.
É preciso ressignificar o papel da escola. Alunos desistem de si,
porque desistimos deles primeiro. O caminho é conhecer-se e
reconhecer os alunos como seres biopsicossociais.
Dados e informações são transmitidos, o conhecimento, no entanto,
é construído por meio de redes e ligações neuronais. De nada
adianta o aluno decorar datas. O professor deve criar conexões.
Faz parte da educação de qualidade o uso de desafios, estimular a
curiosidade etc. O professor deve ser um observador das crianças.
Como exemplo, um aluno que fecha o olho ou não fica atento durante a
explicação, pode ser uma crise epilética. Não é que ele ‘viaja
na maionese’.
É considerado pela palestrante um crime contra a humanidade, forçar
a criança a ler e escrever aos 5, 6 anos de idade.
O aspecto fisiológico (fome, sede, calor, etc.) é mais importante para a
criança do que a aula que está sendo dada. Se o aluno usa como
desculpa para sair de sala a vontade de ir ao banheiro, por exemplo,
é hora do professor repensar sua aula.
Trabalhar o lado direito do cérebro (lúdico, artes, jogos,
dinâmicas, músicas, vídeos, debates etc.) e depois o lado esquerdo
(armazenamento do cérebro, compreensão).
Nada é mais rico em aprendizagem do que o erro. O que se aprende por
ensaio e erro é aprendizagem para toda a vida. Deve ser usado como
uma ferramenta para se entender o que não foi compreendido. Não
tirar ‘pontinhos’ por que o aluno errou. Cabe à escola ensinar o
aluno a não errar.
Não é de controle do professor o que está dentro da cabeça do
aluno. A nossa mente: mente. Embora não seja regra, às vezes
não é – como pode parecer – que o aluno não está fazendo a
sua parte. Pode estar fazendo o que se espera dele, mas o
cérebro não responde.
Fracasso escolar, agressividade e indisciplina são sintomas que
devem ser observados pelo professor. A dificuldade de aprendizagem
não está no aluno, mas na escola.
Que a escola se instrumentalize para oferecer ao aluno condições de
aprendizagem. Escola não existe apenas para o bom aluno. O bom aluno
aprende sozinho, com bom professor ou apesar de algum professor.
Quanto aos problemas na aprendizagem, as principais causas são:
socioeconômicas; intelectuais; orgânicas (cérebro,
funcionalidade-processamento, transtornos, distúrbios); emocionais;
pedagógicas (dificuldades escolares e da escola).
Aos 13, 14 anos de idade, aproximadamente, o cérebro do adolescente
passa por uma formatação, um ‘upgrade’, fechando algumas
janelas, que não comprometerão a sobrevivência (em torno de 20% do
que era utilizado). Isso afeta o reconhecimento da linguagem facial e
corporal. Essa fase será revertida por volta dos 18 ou 19 anos. Em
vista disso, o tempo e espaço do professor não é o tempo e o
espaço do adolescente. O professor deve falar e mostrar,
diretamente, o que se espera do aluno.
Essa palestra nos permitiu compreender que grande parte dos alunos não aprende porque "não quer", mas porque não consegue, seja por fatores ambientais, emocionais ou causados por disfunções cerebrais. Que os alunos sofrem com isso e que o bom professor deve buscar conhecimento para entender onde está o problema e quais estratégias poderão ajudá-los.
E, principalmente, que o valor da qualidade de vida do aluno deve ser
maior do que o valor dado às notas ou ao boletim.
“Cada pessoa deve ser compreendida como um milagre
suficiente
para não ter que ser comparada com ninguém,
a não ser consigo mesma.”
Roberto Crema
para não ter que ser comparada com ninguém,
a não ser consigo mesma.”
Roberto Crema
Referências Bibliográficas
http://www.youtube.com/watch?v=e-yPySPF5zY
http://educacao.uol.com.br/planos-aula/fundamental/ciencias-nosso-cerebro-e-os-cinco-sentidos.jhtm
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Pais atarefados, filhos solitários
Os filhos
precisam dos pais, de seu carinho, de seu amor, de sua palavra que
aconselha, repreende e também incentiva.
Uma sociedade
onde os pais não têm tempo para acompanhar os filhos, fatalmente é
uma sociedade pobre de valores morais.
Filhos são
presentes, jamais problemas. Devem ser amados, jamais suportados.
Filhos são
professores que nos ensinam valores de incomensurável profundidade
na escola chamada vida.
Muitos pais
perdem muito tempo na atividade profissional, ou nos bares da vida.
Abraçam os amigos, mas não os filhos. Chegam no lar sem disposição
para lhes dedicar alguns minutos e ouvir suas novidades.
A missão
primordial dos pais é esclarecer, instruir, acompanhar o
desenvolvimento, repreender quando necessário, afagar sempre que
possível e propiciar caminhos para que seus filhos se tornem pessoas
saudáveis, moral e psiquicamente.
Não basta estar
presente fisicamente, porém, ausente espiritualmente. O fundamental
é dedicar um tempo com qualidade, brincando, conversando,
interagindo com o filho e a família.
É justo que se
queira progredir materialmente, todavia, que esse progresso não
venha em detrimento ao relacionamento familiar, pois este deve vir
sempre em primeiro plano.
Os presentes? Ah
sim, os presentes, são apenas um agrado a mais, nada além disso. O
mais importante é participar e aprender com a criança ou
adolescente.
Se tiver que
haver escolha, preferível uma mesa simples com todos reunidos, do
que farto banquete com prejudiciais divisões.
É com estreitar
dos laços de família, em parceria com a escola, que vamos construir
a sociedade dos sonhos, onde a fraternidade e o respeito são
assíduas.
Pensemos nisso!
Texto Adaptado.
Papel dos pais na educação dos filhos
É inegável a importância do acompanhamento dos pais na vida dos filhos.
Dados do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) mostram que crianças que fazem parte de uma família que participa de forma direta do dia a dia escolar dos filhos apresentam desempenho superior em relação às demais.
Pelo menos 20% do desempenho dos alunos é determinado pelo que acontece dentro da escola. 80% são da responsabilidade da família.
Esses 20% que acontecem dentro da escola podem até parecer pouco, mas não é. Imagine 20% de influência positiva a cada ano de escolaridade. Uma trajetória de boas instituições e bons professores, além da possibilidade de acesso e ampliação cultural que o espaço escolar oferece, podem transformar a vida de uma criança, por mais desfavorável que seja o ambiente em que é criada. É o trabalho dos professores e gestores que vai ou não permitir que esses 20% façam a diferença.
Esses 20% que acontecem dentro da escola podem até parecer pouco, mas não é. Imagine 20% de influência positiva a cada ano de escolaridade. Uma trajetória de boas instituições e bons professores, além da possibilidade de acesso e ampliação cultural que o espaço escolar oferece, podem transformar a vida de uma criança, por mais desfavorável que seja o ambiente em que é criada. É o trabalho dos professores e gestores que vai ou não permitir que esses 20% façam a diferença.
(http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/nigel-brooke-fala-eficacia-escolar-615027.shtml?page=1)
Primeira reunião de pais: 10 passos para se sair bem
Na disciplina de Práxis Educativa: Orientação Educacional, da professora Alexandra Terrinha, nosso grupo apresentou um trabalho simulando uma reunião de pais. O texto que usamos como referência foi retirado do site da Revista Nova Escola.
10 passos para se sair bem na primeira reunião de pais
Depois da apresentação da proposta da escola pelo diretor,
é a sua vez de entrar em cena.
Se você descrever o programa de sua disciplina e a metodologia de forma clara e reservar um tempinho para responder a dúvidas, vai fisgar a família
e transformá-la em grande aliada.
A
primeira reunião entre pais e professores é uma ótima oportunidade para iniciar
uma parceria de um ano inteiro em torno do mesmo objetivo: levar crianças e
adolescentes a aprender. Essa é a chance para “pescar” os pais. É o momento de
despertar na família o interesse em participar da vida escolar dos filhos. Uma
reunião bem conduzida, portanto, faz a diferença. O ideal é dividi-la em duas
partes: a primeira, mais geral, fica a cargo da direção ou da coordenação; a
segunda, em classe, é com o professor. Veja como ter sucesso nessa tarefa.
1. DEFINIR O ROTEIRO COM A DIREÇÃO
Para não perder o foco, vale organizar
antecipadamente com a direção um roteiro do que será dito às famílias. Os pais
têm direito de saber qual é a linha pedagógica adotada. Como em muitas escolas,
a primeira parte da reunião é para todos os pais. Entre os assuntos debatidos,
podem ser citados a proibição de celulares ligados em classe e o uso do
uniforme. Depois dessa discussão, os pais podem ser encaminhados para grupos
diversos, de acordo com a série dos filhos, para a reunião com os professores.
Deve-se ressaltar a questão da disciplina e explicar o que a escola espera da
garotada.
2. PREPARAR E ENVIAR OS CONVITES
O convite,
enviado com pelo menos uma semana de antecedência, deve conter:
- o aviso claro da reunião, com
dia, local, hora para começar e terminar;
- os temas a serem tratados.
Entre eles devem estar o programa
do ano ou pelo menos do primeiro bimestre ou semestre, as normas da escola, o
material escolar a ser providenciado (e, se possível, dicas de lugares que
tenham preços mais baixos), qual o sistema de avaliação, os horários e a
importância das tarefas de casa.
Um lembrete de que não haverá
tempo para falar das crianças individualmente e que isso será feito durante
todo o ano em reuniões periódicas.
3. CUIDAR DO AMBIENTE
O local do
encontro deve ser preparado com cuidado para que todos se sintam esperados e
acolhidos. Alguns professores costumam pedir às crianças para fazer desenhos e
com eles decoram a sala onde será a reunião. Dar aos pais a oportunidade de
identificar o trabalho do filho entre tantos outros é uma forma afetuosa de dar
boas-vindas. Nem sempre isso é possível, mas uma faixa simples ou uma saudação
na lousa são outras formas simpáticas de acolher os pais. Se a reunião for
feita à noite, é bom providenciar água, café e biscoitos para quem vier direto
do trabalho.
4. GARANTIR A PARTICIPAÇÃO ATIVA DOS PAIS NA REUNIÃO
Isso é
fundamental para o sucesso do encontro entre escola e família. Reserve um tempo
para os pais fazerem perguntas e propostas. Questões específicas sobre uma
criança, que não sejam do interesse geral, ficam para depois, como informado no
convite. Os professores devem demonstrar aos pais que sabem ouvir e entender as
suas dúvidas, inseguranças e ansiedades no que se refere aos filhos.
5. FAZER UM RESUMO DO PROGRAMA DE
SUA DISCIPLINA E DA METODOLOGIA A SER USADA
Todos os
professores devem se apresentar aos pais e expor seu programa. Quando a reunião
é com os responsáveis por alunos de 5a a 8a série, fica
encarregado pela conversa o orientador pedagógico ou um professor escolhido
pelos colegas. O ideal é que todos sejam apresentados, inclusive os de aulas
específicas, como Inglês, Informática, Educação Física, Artes entre outras.
Eles explicam a proposta para a matéria e como pretendem colocá-la em prática.
O tempo de cada professor deve ser determinado antes para que todos possam
participar.
6. FALAR DA PERIODICIDADE DOS ENCONTROS
Se os pais
sabem quando terão novas oportunidades de encontrar os professores, é criado um
compromisso entre a família e a escola. Deve-se mostrar que a relação será
duradoura e produtiva e que haverá um momento para atender os pais que precisam
conversar sobre problemas específicos. Atualmente os pais trabalham demais, têm
uma vida corrida e tendem a delegar a educação do filho totalmente à escola. É
importante, no entanto, mostrar que a aprendizagem só acontece se a escola, o
aluno e a família trabalharem juntos.
7. PREPARAR A LEITURA DE UM BOM TEXTO LITERÁRIO
Para
descontrair os pais e fazer com que se sintam mais à vontade, uma dinâmica pode
funcionar bem. Escolha uma que facilite a integração, mas que não demore mais
do que 15 minutos. Aplique logo depois da apresentação dos professores,
explicando antes o que eles vão fazer e qual o objetivo. Pode-se preparar uma
atividade que, num futuro próximo (a aula do dia seguinte, por exemplo), será
dada aos alunos. Assim, os pais vivenciam a metodologia utilizada pelo
professor.
8. MOSTRAR A ESCOLA
Em uma
pequena excursão, leve os pais para conhecer as salas de aula, biblioteca,
laboratório, banheiros e quadras. Eles querem a confirmação de que escolheram a
escola certa para os filhos. Conhecer o espaço onde a criança ou o adolescente
passa tantas horas do dia e perceber que é seguro e adequado ao ensino os deixa
satisfeitos.
9. APRESENTAR OS FUNCIONÁRIOS
Todas as
pessoas que trabalham na escola devem ser apresentadas aos pais: o pessoal da
merenda ou da cantina, quem cuida do pátio na hora do recreio, os funcionários
da secretaria, os faxineiros. Além das devidas apresentações, o professor deve
explicar o que cada um faz, os horários das merendas, as normas, os cuidados
com a higiene. O importante é que os pais saibam que seus filhos estão sendo
cuidados e bem tratados por todos. É o que eles esperam da escola que
escolheram.
10. ENFATIZAR A IMPORTÂNCIA DA PRESENÇA DOS PAIS NAS ATIVIDADES ESCOLARES DOS FILHOS
Uma boa
maneira de concluir o encontro é lembrar aos pais o papel deles na aprendizagem
dos filhos. Dados do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb)
mostram que crianças que fazem parte de uma família que participa de forma
direta do dia a dia escolar dos filhos apresentam desempenho superior em
relação às demais. Essa participação se dá de modo simples: conversar sobre o
que acontece na escola, acompanhar o dever de casa e incentivar a leitura, por
exemplo. Nada garante que eles sairão completamente confiantes da reunião, mas
se você conduzi-la bem, com firmeza e paciência, a ansiedade dará lugar ao
espírito de cooperação.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Mostra de Saberes de Pedagogia - Encerramento
Nossa Mostra de Saberes superou as expectativas.
Foram dois dias em que, com muito orgulho, apresentamos um pouco do nosso curso.
Demonstramos também o que é ser Pedagogo.
Ser Pedagogo é mais do que estar em sala de aula.
É entender como se dá a aprendizagem no ser humano e assim, descobrir caminhos que facilitem a aprendizagem das crianças.
É lidar com a diversidade e incluir aqueles alunos que se encontram à margem, sejam os que tenham dificuldades de aprendizagem ou que tenham necessidades especiais.
Para isso, temos aulas de Braille e também de psicologia (Seminário Integrador). Temos também aulas de Literatura Infantil para conhecer, interagir nas histórias e mostrarmos que elas têm emoção e alma.
Ser Pedagogo é aprender História, Matemática, fazer Estágios Supervisionados para se aprimorar.
É entender a Língua e Linguagem para não impedir a expressão e criação dos alunos.
Ser Pedagogo é ser cidadão, preocupado em conscientizar as pessoas dos seus direitos e deveres, para que sejamos todos participantes ativos, conscientes e críticos do Processo Social.
Garotos, vocês são demais e vamos convidá-los muitas vezes.
Nossa turma REALMENTE gosta de tirar fotos. A vontade é colocar TODAS, mas centenas de foto seria exagero. Então, vejam algumas:
Foram dois dias em que, com muito orgulho, apresentamos um pouco do nosso curso.
Demonstramos também o que é ser Pedagogo.
Ser Pedagogo é mais do que estar em sala de aula.
É entender como se dá a aprendizagem no ser humano e assim, descobrir caminhos que facilitem a aprendizagem das crianças.
É lidar com a diversidade e incluir aqueles alunos que se encontram à margem, sejam os que tenham dificuldades de aprendizagem ou que tenham necessidades especiais.
Para isso, temos aulas de Braille e também de psicologia (Seminário Integrador). Temos também aulas de Literatura Infantil para conhecer, interagir nas histórias e mostrarmos que elas têm emoção e alma.
Ser Pedagogo é aprender História, Matemática, fazer Estágios Supervisionados para se aprimorar.
É entender a Língua e Linguagem para não impedir a expressão e criação dos alunos.
Ser Pedagogo é ser cidadão, preocupado em conscientizar as pessoas dos seus direitos e deveres, para que sejamos todos participantes ativos, conscientes e críticos do Processo Social.
Ponto alto desse evento foi a apresentação de street dance,
com o TOP STYLE CREW.
Garotos, vocês são demais e vamos convidá-los muitas vezes.
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| Grupo de street dance "Top Style Crew" - Da esquerda para a direita: Fabrício, Marcos, Roger e Bruno |
| Alunas da Pedagogia e Grupo Top Style Crew |
Nossa turma REALMENTE gosta de tirar fotos. A vontade é colocar TODAS, mas centenas de foto seria exagero. Então, vejam algumas:
| Professora Ana Mol, à esquerda, prestigiando o evento |
| Ao centro, a diretora acadêmica e coordenadora do curso de Pedagogia, Carla Kirilos |
![]() |
| Professora Alexandra Terrinha - à esquerda - e alunas do curso de Pedagogia |
Agradecemos a todos os professores, funcionários alunos
e visitantes que estiveram conosco nesses dias.
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